domingo, 11 de outubro de 2009

Educação social e noticiários da TV


A mídia (rádio, TV, jornais, revistas, etc.) exerce poder de influência social muito grande, para o bem ou para o mal, positiva ou negativamente. Em 18 de setembro de 1950, foi levado ao ar o primeiro programa de TV no Brasil e a audiência era muito seleta. Havia apenas 200 aparelhos no País, todos importados pelo empresário Assis Chateaubriand, dono da TV Tupi. Tida como luxo nos anos 50 e 60, a televisão se popularizaria nas décadas seguintes. Em 2002, o IBGE levantou que em torno de 43 milhões de lares no Brasil possuíam pelo menos um aparelho de TV (cerca de 40,5 milhões a cores e 4,8 milhões em preto e branco). Em 2007, encontrou-se que no Brasil, na área urbana, 96,3% dos domicílios e 77,8% na zona rural possuíam TV a cores.

Um dos programas de TV mais assistidos no País é o noticiário. Milhões de brasileiros assistem diariamente as notícias do País e do mundo nos telejornais. Fiz uma pesquisa assistindo aos telejornais da Rede TV, Record, Bandeirantes, Globo, SBT. Assisti o Rede TV News em 23 e 24 de setembro. O Jornal da Record em 28 e 29 de setembro. O Jornal da Band em 17 e 21 de setembro. O Jornal Nacional em 16 e 22 de setembro. E o SBT Brasil em 23 e 24 do mesmo mês, todos em 2009. Alguns deles pude assistir no mesmo dia, devido ao horário diferente em que são apresentados.

Fiz uma lista te temas das notícias, classificando-as como positivas, negativas e neutras, e com os temas: Economia, Política, Religião, Meteorologia, Esportes, Saúde, Acidentes, Violência, Turismo, Vida Social, Indústria, Comércio, Educação. Economia envolvia queda ou aumento de preços, inflação, impostos, empregos, bolsa de valores, taxas de câmbio, etc. Política envolvia obras públicas, decisões boas ou ruins para o povo, corrupção, fraudes, etc. Notícias sobre religião podiam ser milagres, fanatismos, exploração da fé dos outros, etc. Meteorologia anunciando o clima, previsão do tempo. Esportes mostrando resultados de competições, fraudes em clubes, etc. Saúde com informações de novos avanços na ciência médica, epidemias, medicamentos novos, erros médicos, inaugurações de serviços de saúde públicos, etc. Acidentes envolviam notícias sobre enchentes, terremotos, tornados, catástrofes em geral. Violência incluía roubos, furtos, mortes, abusos variados, guerras, greves com violência, etc. Turismo incluía roteiros de viagem, etc. Vida Social falava de moradias, condomínios, coleta de lixo, etc. Indústria relatava novos produtos, novas fábricas, produtos falsos, etc. Comércio indicava descontos, fraudes, contrabando, lojas, etc. Educação incluía notícias sobre novas escolas e cursos, vestibulares, Enem, fechamento de escolas, falta de professores, etc.

Abaixo veja a estatística em que está listado o número total de notícias nos dois dias do telejornal de cada rede de TV e especificado em porcentagem somente as categorias sobre violência junto com acidentes (só notícias negativas) e saúde junto com educação (só notícias positivas), nas datas acima referidas:

Bandeirantes – 62 notícias gerais. Violência e acidentes: 33,87%. Saúde e educação: 6,45%.

Globo – 40 notícias gerais. Violência e acidentes: 37,5%. Saúde e educação: 2,5%.

SBT – 33 notícias gerais. Violência e acidentes: 27,27%. Saúde e educação 6,06%.

Record – 57 notícias gerais. Violência e acidentes: 49,12%. Saúde e educação: 5,26%.

Rede TV – 105 notícias gerais (várias foram muito rápidas). Violência e acidentes: 52,38%. Saúde e educação: 2,85%.

Se juntarmos todos esses telejornais dessas cinco redes de TV naquelas datas (total de dez telejornais) e compararmos as notícias negativas sobre violência e acidentes (positivas poderiam ser resgates de pessoas perdidas numa floresta, sobrevivência de alguém num acidente de carro, prisão de bandidos, etc.), as positivas sobre educação e saúde, e o total geral de todos os temas das notícias positivas e negativas, o resultado é:

Notícias negativas sobre violência e acidentes: 43,09%
Notícias positivas sobre saúde e educação: 4,37%
Notícias positivas sobre todos os temas: 19,19%
Notícias negativas sobre todos os temas: 61,27%
Não foram computadas as notícias neutras.

A Associação Mundial de Psiquiatria prevê que em 2020 a depressão será a segunda doença no planeta. Segundo a Associação Mundial da Saúde, cerca de 121 milhões de pessoas sofrem de depressão hoje no mundo. No que a mídia pode contribuir para ajudar a população quanto à saúde, educação e diminuição da violência e acidentes? Oferecendo programas de prevenção em saúde e educação com base em fontes científicas confiáveis e sem conflitos de interesses. A sociedade está não só assustada, mas perdendo gravemente a esperança. Perda de esperança tem que ver com depressão, violência, deseducação, acidentes. Quem se interessa em anunciar notícias que ajudem a população a ter esperança?

Texto escrito por: Dr. Cesar Vasconcellos de Souza, www.portalnatural.com.br

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Submarino-robô usa propulsão inspirada em peixe-elétrico

Os engenheiros da Universidade de Bath, na Inglaterra, parecem decididos a construir um zoológico robótico. Não satisfeitos com seus robôs saltitantes inspirados em esquilos, gafanhotos e até pulgas, eles agora lançaram mais um robô inspirado em peixes, o Gymnobot. Existem várias abordagens para a criação de peixes robotizados, incluindo os robôs verdadeiramente biomiméticos, que se parecem e se movimentam como peixes, até os submarinos robotizados, que pedem emprestada alguma característica dos peixes para otimizar seu funcionamento. A equipe do professor William Megill adotou essa última abordagem. Inspirando-se no peixe-elétrico da Amazônia, os pesquisadores construíram um submarino e substituíram sua hélice por uma barbatana inferior que se movimenta como a barbatana do peixe. Um sistema de virabrequins, semelhantes ao de um motor de automóvel, faz com que a barbatana ondule de forma precisa, movendo o submarino. O conjunto de virabrequins é movimentado por um motor elétrico. O corpo do submarino é feito de uma estrutura rígida. Apenas a barbatana se movimenta.

O objetivo da pesquisa é criar um robô que seja capaz de filmar e coletar dados da vida marinha nas proximidades da costa, onde a profundidade é muito pequena para os submersíveis tradicionais, movidos por hélices, e cheia de obstáculos, exigindo manobras precisas.

“O peixe-elétrico tem uma barbatana central que se movimenta ao longo do seu corpo e cria uma onda na água que permite que ele nade para frente ou para trás com facilidade”, diz o Dr. Megill. “O Gymnobot imita essa barbatana e cria uma onda na água que o movimenta. Essa forma de propulsão é potencialmente muito mais eficiente do que um propulsor convencional e é mais fácil de controlar em águas rasas próximas à costa”, diz ele.

Fonte: Inovação Tecnológica

"É, mais uma vez o homem desenvolve algo utilizando os traços da sebedoria de Deus para criar a natureza, interessante não!" [VB]

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Impressão sem tinta cria cores naturais instantaneamente

Os cientistas sempre ficaram curiosos com as impressionantes cores vistas na natureza, principalmente os padrões iridescentes e ultrabrilhantes encontrados nas penas dos pássaros, nas asas das borboletas e nas carapaças de vários insetos.

O avanço da microscopia finalmente permitiu que eles compreendessem como essas cores são geradas. E o avanço da nanotecnologia está permitindo que eles reproduzam as técnicas que a natureza levou milhões de anos para aprimorar.

Cores sem pigmentos

Juntando as duas coisas, a equipe do professor Sunghoon Kwon, da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, afirma ter descoberto uma forma de revolucionar a impressão tradicional, abolindo as tintas, fazendo uma impressão em cores totais que fica pronta em um instante e que é capaz de reproduzir as cores encontradas na natureza.

As cores exibidas por insetos e pássaros não são baseadas em pigmentos, mas em texturas microscópicas na superfície de suas asas, penas e carapaças. É a interação dessas superfícies com a luz que produz as suas cores.

O que o Dr. Kwon e seus colegas fizeram foi desenvolver um método capaz de criar as texturas microscópicas que interagirão com a luz para gerar as cores.

Impressão sem tintas

A sua "tinta" é um composto formado por três ingredientes: nanopartículas magnéticas, uma resina e um solvente.

As nanopartículas, que medem entre 100 e 200 nanômetros, dispersam-se na resina, dando ao material uma aparência acinzentada. Mas basta aplicar um campo magnético para que as nanopartículas ajustem-se imediatamente às linhas do campo magnético, alinhando-se e formando estruturas bem definidas.

As cadeias de nanopartículas, que ficam espaçadas com grande regularidade, interferem com a luz que incide sobre elas, gerando uma cor. Para mudar a cor, basta alterar o campo magnético.

"Se você quiser controlar o ângulo do campo magnético [para criar curvas no desenho, por exemplo] você pode combinar múltiplos eletroímãs," disse o pesquisador à revista New Scientist.

Fixando as cores

Assim que a cor desejada é produzida, as nanopartículas podem ser fixadas expondo a mistura à luz ultravioleta, que cura a resina. O sistema utiliza uma espécie de litografia para fazer com que a luz ultravioleta incida apenas sobre as áreas da imagem que já assumiram a cor desejada.

A seguir, basta ir alterando os campos magnéticos e aplicando a luz ultravioleta seletivamente, até criar uma imagem totalmente colorida. E sem usar nenhum pigmento.

"Nós primeiro configuramos o ímã para criar o vermelho e então incidimos a luz ultravioleta por 0,1 segundo, configuramos para produzir o azul, luz por 0,1 segundo novamente, então verde e assim por diante. Você consegue imprimir em página A4 totalmente colorida em um segundo," disse o pesquisador.

Agora eles pretendem aprimorar a técnica para que as cores sejam reversíveis, permitindo a criação de gadgets que mudam de cor conforme a vontade do dono.

Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Internet através da rede elétrica


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, no dia 25 de agosto, a Resolução que define as regras para o uso da tecnologia Power Line Communications (PLC), que possibilita o acesso àinternet pela rede de distribuição de energia. O regulamento determina as condições para a utilização da infraestrutura das empresas distribuidoras de energia elétrica para implantação do sistema.

O prestador do serviço de PLC deverá seguir os padrões técnicos da distribuidora, disposto nesta Resolução da Aneel e na regulamentação de serviços de telecomunicações e de uso de radiofrequências da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A implantação e exploração do PLC não poderão comprometer a qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações.

A Agência prevê que a apuração da receita obtida pelas concessionárias de energia com o aluguel dos fios para as empresas de internet será revertida para a redução de tarifas de eletricidade, nos termos de legislação específica estabelecida pela Aneel. Esse critério já é utilizado no aluguel de postes para passagem dos cabos da telefonia.

Embora seja utilizado o mesmo meio físico (as redes de distribuição de energia elétrica), a tecnologia permite o uso independente dos serviços e, portanto, a concessionária poderá também utilizar a infra-estrutura do prestador de serviço de PLC para atender às suas necessidades e interesses.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Petróleo e gás natural podem não ser fósseis


O Universo originou-se de uma descomunal explosão, conhecida como Big Bang. O petróleo e o gás natural são combustíveis fósseis. Estas são provavelmente as duas teorias científicas mais disseminadas, de maior conhecimento do público e algumas das que alcançaram maior sucesso em toda a história da ciência. Elas são tão populares que é fácil esquecer que são exatamente isto – teorias científicas, e não descrições de fatos testemunhados pela história. Mesmo porque as duas oferecem explicações para eventos que se sucederam muito antes do surgimento [sic] do homem na Terra. [Só faltou acrescentar aí a teoria geral da evolução...]

Segundo a teoria dos combustíveis fósseis, que é a mais aceita atualmente sobre a origem do petróleo e do gás natural, organismos vivos morreram, foram enterrados, comprimidos e aquecidos sob pesadas camadas de sedimentos na crosta terrestre, onde sofreram transformações químicas até originar o petróleo e o gás natural. É com base nessa teoria que chamamos as principais fontes de energia do mundo moderno de “combustíveis fósseis” – porque seriam resultado de restos modificados de seres vivos.

Muito menos disseminado é o fato de que essa não é a única teoria para explicar o surgimento do petróleo. Na verdade, essa teoria hegemônica vem sendo cada vez mais questionada por um grande número de cientistas, que defendem que o petróleo tem uma origem abiótica, ou abiogênica – sem relação com formas de vida.

Os defensores da teoria abiótica do petróleo têm inúmeros argumentos. Por exemplo, a inexistência de fenômenos geológicos que possam explicar o soterramento de grandes massas vivas, como florestas, que deveriam ser cobertas antes que tivessem tempo de se decompor totalmente ao ar livre, juntamente com a inconsistência das hipóteses de uma deposição do carbono livre na atmosfera no período jovem da Terra, quando suas temperaturas seriam muito altas. [Não seria esse revisionismo uma tentativa de fugir ao catastrofismo tão de acordo com a teoria diluvianista?]

A deposição lenta, como registrada por todos os fósseis, não parece se aplicar, uma vez que as camadas geológicas apresentam variações muito claras, o que permite sua datação com bastante precisão. Já os depósitos petrolíferos praticamente não apresentam alterações químicas variáveis com a profundidade, tendo virtualmente a mesma assinatura biológica em toda a sua extensão. [E se a deposição não foi lenta? E se esse vasto sepultamento de animais de grande porte tivesse ocorrido num mesmo tempo, ocasionado por um mesmo evento?]

Além disso, os organismos vivos têm mais de 90% de água e mesmo que a totalidade de sua massa sólida fosse convertida em petróleo não haveria como explicar a quantidade de petróleo que já foi extraída até hoje. [É um bom argumento...]

Outros fenômenos geológicos, para explicar uma eventual deposição quase “instantânea”, deveriam ocorrer de forma disseminada – para explicar a grande distribuição das reservas petrolíferas ao longo do planeta – e em grande intensidade – suficiente para explicar os gigantescos volumes de petróleo já localizados e extraídos. [“Deposição quase instantânea”; “grande distribuição de reservas petrolíferas ao longo do planeta”; eles estão chegando perto...]

Por essas e por outras razões, vários pesquisadores afirmam que nem petróleo, nem gás natural e nem mesmo o carvão, são combustíveis fósseis. Para isso, afirmam eles, o ciclo do carbono na Terra deveria ser um ciclo fechado, restrito à crosta superficial do planeta, sem nenhuma troca com o interior da Terra. E não há razões para se acreditar em tal hipótese.

Na verdade, aí está, segundo a teoria dos combustíveis abióticos, a origem do petróleo, do gás natural e do carvão: eles se originam do carbono que é “bombeado” continuamente pelas altíssimas pressões do interior da Terra em direção à superfície. É possível sintetizar hidrocarbonetos a partir de matéria orgânica, e esses experimentos foram, por muitos anos, o principal sustentáculo da teoria dos combustíveis fósseis.

Mas agora, pela primeira vez, um grupo de cientistas conseguiu demonstrar experimentalmente a síntese do etano e de outros hidrocarbonetos pesados em condições não-biológicas. O experimento reproduz as condições de pressão e temperatura existentes no manto superior, a camada da Terra abaixo da crosta.

A pesquisa foi feita por cientistas do Laboratório de Geofísica da Instituição Carnegie, nos Estados Unidos, em conjunto com colegas da Suécia e da Rússia, onde a teoria do petróleo abiótico surgiu e tem muito mais aceitação acadêmica do que em outras partes do mundo.

O metano (CH4) é o principal constituinte do gás natural, enquanto o etano (C2H6) é usado como matéria-prima petroquímica. Esses dois hidrocarbonetos, juntamente com outros associados aos combustíveis de origem geológica, são chamados de hidrocarbonetos saturados porque eles têm ligações únicas e simples, saturadas com hidrogênio. (...)

[A experiência forneceu] evidências de que os hidrocarbonetos pesados podem existir nas camadas mais profundas da Terra, muito abaixo dos limites onde seria razoável supor a existência de matéria orgânica soterrada.

Outro resultado importante da pesquisa é que a reversibilidade das reações implica que a síntese de hidrocarbonetos saturados é termodinamicamente controlada e não exige a presença de matéria orgânica. (...)

“A ideia de que os hidrocarbonetos gerados no manto migram para a crosta terrestre e contribuem para a formação dos reservatórios de óleo e gás foi levantada na Rússia e na Ucrânia muitos anos atrás. A síntese e a estabilidade dos compostos estudados aqui, assim como a presença dos hidrocarbonetos pesados ao longo de todas as condições no interior do manto da Terra agora precisarão ser exploradas”, explica outro autor da pesquisa, professor Anton Kolesnikov.

“Além disso, a extensão na qual esse carbono ‘reduzido’ sobrevive à migração até a crosta, sem se oxidar em CO2, precisa ser descoberta. Essas e outras questões relacionadas demonstram a necessidade de um programa de novos estudos teóricos e experimentais para estudar o destino do carbono nas profundezas da Terra”, conclui o pesquisador.

Fonte: Inovação Tecnológica
Comentários: Michelson Borges (www.criacionista.com.br)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

LED orgânico supera eficiência da fluorescente


Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Dresden, na Alemanha, fabricaram LEDs orgânicos que superam por larga margem as lâmpadas fluorescentes na emissão de luz branca. O material ainda está em fase de laboratório e tem o potencial para atingir eficiências ainda maiores.

LEDs orgânicos

Os LEDs orgânicos - ou Organic Light-Emitting Diodes (OLEDs) - são semicondutores feitos com películas finíssimas superpostas de materiais à base de carbono. Eles emitem luz de forma difusa ao longo de todo o material, o que significa que eles criam não um ponto emissor de luz, mas uma área totalmente iluminada.

Combinando o formato do OLED com a cor da luz emitida, os LEDs orgânicos deverão criar oportunidades totalmente novas de iluminação, como painéis, paredes ou tetos iluminados por igual e que poderão ser personalizados ao gosto de cada pessoa.

Além disso, eles permitirão grande economia de energia porque são mais eficientes na conversão da eletricidade em luz.

Eficiência dos LEDs orgânicos

Atualmente, as lâmpadas fluorescentes representam o padrão da indústria a ser batido pelas novas tecnologias. Considerando as perdas nos refletores, essas lâmpadas alcançam uma eficiência entre 50 e 70 lúmens por watt (lm/W).

Os novos OLEDs superaram as melhores marcas das lâmpadas fluorescentes em pelo menos um terço, alcançando 90lm/W no brilho padrão de 1.000 candelas por metro quadrado (cd/m2).

"A eficiência energética dos nossos LEDs alcança 90lm/W mesmo quando se utilizam somente técnicas de acoplamento planas - mas que são escaláveis. Com acoplamentos especiais 3D, atingimos até 124lm/W," conta o coordenador da pesquisa, Dr. Sebastian Reineke.

"O potencial desses dispositivos é óbvio quando se considera que, mesmo com um brilho de 5.000cd/m2, nós obtivemos uma eficiência energética de 74lm/W, diz Karl Leo, outro membro da equipe.

Fonte: www.portallumiere.com.br

terça-feira, 23 de junho de 2009

Estradas que geram Energia Limpa



Quem ao trafegar por uma rodovia já não se deparou com um caminhão soltando uma grande quantidade fumaça negra pelo escapamento. Ou até mesmo, se sentiu sufocado com os gases produzidos na queima dos combustíveis fosséis pelos automovéis, principalmente na hora do rush nas grandes cidades.

Essa grande quantidade de gases nocivos pairam pela nossa atmosfera, mudam o clima, e trazem doenças a população.


Foi dessa nuvem de poluição que paira sobre nossas cabeças todos os dias que nasceu uma idéia inovadora. A empresa israelense de energia Innowattech trouxe algo bem inusitado. Aproveitar a hora do rush para se produzir energia limpa.

Vocês podem está pensando que eles estão utilizando a fumaça espelida pelos veículos e a transformando em energia. Se pensou assim, se enganou. Talvez um dia possamos ver um invento deste, mas a invenção da Innowattech trata-se da instalação de geradores sob as estradas e trilhos para a geração de energia limpa.

Essa tecnologia desenvolvida pela Innowattech foi batizada de piezeletricidade. O processo é teoricamente simples. A pressão exercida pela força dos pneus de veículos aciona um mecanismo que produz energia, isso ocorre pois existem geradores instalados há alguns centimetros dentro do asfalto, que conseguem transformar essa pressão em energia.

Para se ter uma noção da capacidade de geração de energia limpa com o fluxo desses veículos. Em uma extensão de apenas um 1 quilômetro com geradores instalados a 60 cm dentro do asfalto, gera-se 0,5 megawatt por hora, que garante o abastecimento de energia para 600 casas durante um mês.

Vamos esperar que essa idéia possa se espalhar pelo planeta, e que tenhamos essa fonte de energia limpa somando-se a solar, heólica e completando a hidroelétrica, que em anos pode-se esgotar.

Uma novidade dessas seria muito bem vinda no Brasil. Imaginem a quantidade de megawatts gerados em uma rodovia como a Dutra?

Fonte:http://ecobriefing.wordpress.com/2009/05/03/estradas-que-geram-energia-limpa/

sábado, 30 de maio de 2009

Álcool e má alimentação afetam memória


Nascemos programados para esquecer. Mais cedo ou mais tarde, cada um e nós apagará da lembrança informações recentes, compromissos, conceitos, habilidades. A perda da memória é gradativa e determinada geneticamente com a morte das células nervosas em diferentes áreas do cérebro, provocada por um inimigo certo e igual a todos: o envelhecimento. Ao longo da vida, muito antes mesmo de ficarmos velhos, nossa memória é atacada de diversas formas, sem que tenhamos controle sobre isso. Traumas, doenças, medicamentos, exposições a componentes químicos podem causar lesões irreversíveis no cérebro. Mas muitas vezes nos tornamos aliados dos nossos inimigos com atitudes que tomamos conscientemente e, algumas vezes, com muito prazer.

Um dos inimigos mais agressivos é o álcool. Nas células nervosas, essa substância toma o lugar da glicose, mas não é capaz de produzir o mesmo volume de energia. “Em uma intoxicação alcoólica leve, a pessoa tem diminuição de reflexo, do nível de atenção”, explica o psiquiatra Eduardo Teixeira, da PUC de Campinas. (...)

“Na infância e adolescência, o cérebro está em formação. Na adolescência, ele está quase formado, mas falta o capeamento das fibras. O abuso de álcool pode interferir nisso. No futuro, elas não vão ser o que poderiam. Não vão ter um nível de desempenho ágil e rápido do raciocínio, da memória, como deveriam”, diz o neurologista Benito Damasceno, da Universidade de Campinas (Unicamp).

“O álcool destrói as células nervosas. Por causa da dificuldade de absorção do intestino, devido à lesão causada pelo álcool, elas têm deficiência das vitaminas B1 e B12. E a deficiência dessas duas vitaminas vai provocar uma lesão adicional no cérebro, além da lesão que o próprio álcool produz”, esclarece Benito Damasceno.

De acordo com os especialistas, a má alimentação é o segundo grande inimigo da memória. ... O excesso de comida, seja ela qual for, também compromete a capacidade dos neurônios, porque ingerimos mais energia do que gastamos. (...)

Fonte: http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1164696-16619,00-ALCOOL+E+UM+DOS+INIMIGOS+MAIS+AGRESSIVOS+DA+MEMORIA.html

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Como usar corretamente as baterias de lítio

Hoje em dia, a maior parte, ou mesmo todos os aparelhos que dispõem de uma bateria, tais como portáteis, leitores de mp3, telemóveis, Gps, Pda’s e tantos outros, dispõem de uma bateria de íons de lítio (Li-ion).
As baterias anteriores a estas, de Níquel, tinham uma tecnologia que merecia mais cuidados, principalmente a nível de cargas e descargas.

Então como devemos usar corretamente as baterias de lítio?

As baterias de lítio têm efeito de memória?
As baterias de lítio não têm efeito de memória, ou na linguagem corrente, não ficam “viciadas”, porém outros cuidados devem ser tomados.

Não deixar a bateria chegar ao limite de carga mínima para depois carregá-la de novo. Este procedimento é completamente errado e até prejudicial para a bateria. A bateria de lítio pode, e deve, ser recarregada a qualquer altura. O ideal será recarregá-la quando estiver com no mínimo 20 ou 30% da sua carga.

Retirar ou não a bateria do portátil quando este está ligado à corrente?
Outra dúvida muito comum dos utilizadores de portáteis é se devemos ou não manter a bateria colocada no portátil quando este está conectado à corrente. Pois bem, a bateria nunca é sobrecarregada, pois quando atinge o seu nível máximo de carga deixa de receber corrente.

Em uso moderado do portátil, este tem pouco aquecimento e não é prejudicial manter a bateria no mesmo. Se estiver a ser usado em jogos, programas de imagem ou outros que façam com que o sistema tenha mais aquecimento ou então se estiver mal ventilado, o ideal será mesmo retirar a bateria. O calor excessivo na bateria, estando esta na sua carga máxima é o mais prejudicial para uma bateria de lítio.

Evite “exigir” muito do portátil quando este está somente ligado com a bateria pois fará com que esta tenha uma descarga rápida, o que é prejudicial.

Como conservar a bateria em longos períodos de inatividade?
Quando houver a necessidade de deixar o portátil, ou qualquer outro aparelho que contenha uma bateria de lítio, desligado durante longos períodos de tempo, o ideal é deixar a bateria com cerca de 40% de carga, e em local o menos úmido e menos quente possível. O ideal é estar na geladeira em uma temperatura entre os 0 e 10º C. Lembro que o calor e a bateria carregada ao máximo são mesmo os piores inimigos das baterias de lítio.

Como fazer o carregamento correto nas baterias de lítio?
Repetindo o que disse há pouco, as baterias de lítio devem ser carregadas com carregamentos parciais, ou seja, devem ser carregadas quando estiverem a 20 ou 30% da sua carga e não quando estão totalmente descarregadas. As baterias dos portáteis têm um dispositivo que permite informar ao portátil que quantidade de carga elas ainda dispõem.

Após várias cargas e descargas, este dispositivo pode ficar descalibrado, informando de forma incorrecta a carga que a bateria verdadeiramente tem e desligando-o mesmo quando a bateria tem carga. Por isto mesmo, é aconselhável calibrar este dispositivo. A maneira correcta de o fazer é:

◦Carregar a bateria até ao máximo durante cerca de 2 horas, com o portátil desligado.
◦Após isto, ligue o portátil com o transformador desconectado, deixe ligado até descarregar completamente a bateria. Deixá-lo neste modo durante pelo menos 5 horas.
◦Para terminar, faça uma carga até ao máximo, com o portátil desligado.
Esta carga e descarga total deve ser feita somente uma vez entre cada 30 a 40 carregamentos parciais (chama-se carregamento parcial quando se recarrega uma bateria que esta ainda tem 30 a 40% da sua carga).

Quando se deve fazer a substituição da bateria de lítio?
Quando não suportar mais cargas. Não guardar a bateria para futuras utilizações após a compra de uma nova bateria pois esta acabará por se degradar com o tempo de inutilização.

Muita atenção à data de fabricação da bateria, e se não for da marca original muito cuidado com as tensões (volts) e correntes da mesma (amperes). A durabilidade média de uma bateria de lítio é de 3 anos de utilização moderada.

Fonte:www.tecnologiadoglobo.com

Lâmpadas incandescentes têm avanço para concorrer com fluorescentes compactas


A empresa norte-americana General Electric anunciou o desenvolvimento de uma lâmpada incandescente que poderá ser tão eficiente quanto as já tradicionais lâmpadas fluorescentes compactas, também conhecidas como PL. A lâmpada incandescente foi inventada por Thomas Edison há 125 anos atrás. Edison foi o fundador da General Electric.

Lâmpadas fluorescentes compactas

As lâmpadas fluorescentes compactas já estão dominando o mercado. Embora custem mais caro, elas são mais econômicas e têm uma vida útil maior. A Austrália anunciou há algumas semanas que pretende proibir o uso de lâmpadas incandescentes nos próximos anos, porque as lâmpadas PL já são largamente disponíveis e consomem menos energia.

Talvez essa caminhada rumo à extinção das lâmpadas incandescentes possa ser interrompida com a nova tecnologia. Segundo a empresa, o avanço consiste na utilização de novos materiais no filamento - a parte que se aquece no interior do bulbo até emitir luz. O interior do bulbo é um ambiente de vácuo, o que impede que o filamento se queime.

Lâmpadas incandescentes de alta eficiência

Batizada de HEI ("High Efficiency Incandescent"), a nova lâmpada possui a mesma qualidade, brilho e cor da luz das lâmpadas fluorescentes compactas, produzindo cerca de 30 lumens por watt - isto é duas vezes mais do que as lâmpadas incandescentes atuais.

As novas lâmpadas HEI deverão ser fabricadas nas versões entre 40 e 100 watts, as mais consumidas hoje. O preço deverá ser inferior à das lâmpadas fluorescentes.

A empresa afirma ser possível elevar essa eficiência até um nível quatro vezes maior do que as lâmpadas atuais, mas não antes de 2010.

Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 12 de maio de 2009

Cavalheirismo é algo raro hoje em dia

A sensibilidade do engenheiro

Um padre, um médico e um engenheiro vão jogar golfe. Têm, então, de aguardar a vez porque um grupo de jogadores extremamente ruins está a sua frente. Não acertam nenhuma jogada. O padre pergunta ao garoto que está carregando os tacos:

— Quem são esses pernas de pau?

— Eles são cegos, senhor - responde o garoto - Perderam a visão salvando o clube de um incêndio ano passado. O clube permite que joguem de graça.

— Que chato - lamenta o padre - Vou rezar por eles esta noite.

— O médico acrescenta: - Vou pedir a um colega, oftalmologista, para ver o que se pode fazer por eles.

O engenheiro pergunta:

— Pô meu, por que não colocam eles pra jogar a noite então!?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Os irmãos de Jesus



A lista "Tiago, José, Judas e Simão" lhe diz alguma coisa? Uma dica: não são nomes de apóstolos. Na verdade, de acordo com o Evangelho de Marcos, estes seriam os irmãos de Jesus, que são citados ao lado de pelo menos duas irmãs de Cristo (cujos nomes não aparecem). Os católicos e ortodoxos normalmente interpretam o trecho como uma referência a primos ou parentes mais distantes do mestre de Nazaré, mas o mais provável é que essa visão seja incorreta. A maior parte dos (poucos) indícios históricos indica que Maria e José realmente tiveram filhos depois do nascimento de Jesus. É claro que, sem nenhum acesso a registros familiares contemporâneos ou evidências arqueológicas diretas, a conclusão só pode envolver probabilidades, e não certezas. "Se a busca do 'Jesus histórico' já é difícil, a pesquisa dos 'parentes históricos de Jesus' é quase impossível", escreve o padre e historiador americano John P. Meier no primeiro volume de Um Judeu Marginal, série de livros (ainda não terminada) sobre Jesus como figura histórica.

Meier explica que, ao longo da tradição cristã, teólogos e comentaristas do texto bíblico se dividiram basicamente entre duas posições, batizadas com expressões em latim. A primeira é a chamada "virginitas ante partum" (virgindade antes do parto), segundo o qual Maria permaneceu virgem até o nascimento de Jesus, tendo filhos biológicos com seu marido José mais tarde. A segunda, "virginitas post partum" (virgindade após o parto), postula que Maria não teve outros filhos e até que seu estado de virgem teria sido milagrosamente restaurado após o único parto. (...)

Diante das menções claras aos "irmãos e irmãs de Jesus" nos Evangelhos (que inclusive se mostram contrários à pregação dele, chegando mesmo a considerá-lo louco), como a interpretação da "virginitas post partum" prevaleceu?

"Houve três formas de interpretar esses textos", afirma o americano Thomas Sheehan, estudioso do cristianismo primitivo e professor da Universidade Stanford. "Além de considerar essas pessoas como irmãos biológicos de Jesus, sabemos da posição de Epifânio, bispo do século IV para quem os irmãos eram de um casamento anterior de José. Mas a opinião que prevaleceu foi a de Jerônimo, que era um excelente filólogo [especialista no estudo comparativo de idiomas] e viveu na mesma época. Jerônimo dizia que a palavra grega adelphos, que nós traduzimos como 'irmão', era só uma versão de um termo aramaico que pode ter um significado mais amplo e que pode querer dizer, por exemplo, primo."

Jerônimo tinha razão num ponto: quando o Antigo Testamento foi traduzido do hebraico para o grego, a palavra adelphos realmente foi usada para representar o termo genérico "irmão" (empregado para parentes mais distantes no original). De fato, o hebraico, bem como o aramaico (língua falada pelos judeus do tempo de Jesus na terra de Israel), não tem uma palavra para "primo". O problema é que há um único caso comprovado de que a palavra hebraica "irmão" tenha tido o significado real de "primo". Essa única ocorrência está no Primeiro Livro das Crônicas - e mesmo assim o contexto deixa claro que as pessoas em questão não são irmãs, mas primas.

No entanto, o caso do Novo Testamento é diferente, argumenta Meier: não se trata de "grego de tradução", mas de textos originalmente escritos em grego, nos quais não havia motivo para usar um termo que poderia gerar confusão. O próprio Paulo, autor de várias cartas do Novo Testamento, chama Tiago, chefe da comunidade cristã de Jerusalém após a morte de Jesus, de "irmão do Senhor", ao escrever para fiéis de origem não-judaica (ou seja, que não sabiam hebraico ou aramaico). De quebra, a Carta aos Colossenses, atribuída a Paulo, usa até o termo grego anepsios, que quer dizer "primo" de forma precisa.

Reforçando esse argumento, o escritor judeu Flávio Josefo, ao relatar em grego a morte de Tiago, também o chama de "irmão de Jesus". E o contexto dos Evangelhos reforça a impressão de que se tratam de irmãos de sangue, argumenta Meier. Os irmãos e a mãe de Jesus são sempre citados em conjunto. Quando Maria e os parentes de Jesus tentam interromper uma pregação, ele chega a pronunciar a polêmica frase "Qualquer um que fizer a vontade do meu Pai celestial é meu irmão, minha irmã e minha mãe". Para Meier, a frase perderia muito de sua força se o significado real dela se referisse a "meu primo, minha prima e minha mãe".

Para Geza Vermes, professor de estudos judaicos da Universidade de Oxford (Reino Unido), as próprias narrativas sobre o nascimento de Jesus dão apoio a tese de que Maria e José tiveram outros filhos mais tarde. No Evangelho de Mateus, afirma-se que José não "conheceu" (eufemismo para ter relações sexuais com alguém) sua mulher até que Jesus nascesse. Ainda de acordo com Vermes, em seu livro Natividade, é importante notar o uso do verbo grego synerchesthai, ou "coabitar", para falar da relação entre José e Maria. O verbo, quando empregado pelos autores do Novo Testamento, implica sempre relações sexuais entre homem e mulher, diz ele.

G1 Notícias

Fonte: http://criacionista.blogspot.com

Homens e mulheres cometem pecados diferentes


Um estudo realizado na Itália e confirmado pelo Vaticano mostra que a soberba é o pecado mais comum entre as mulheres, enquanto a luxúria é o mais freqeente entre os homens. No lado masculino, a gula e a preguiça aparecem em seguida. Entre as mulheres, a inveja e a ira são também os pecados mais usuais. A pesquisa foi baseada em uma análise de confissões de fiéis da Igreja Católica, realizada pelo padre jesuíta e professor Roberto Busa, 96 anos. O resultado foi comentado pelo monsenhor Wojciech Giertych, teólogo pessoal do papa Bento XVI, no jornal do Vaticano L'Osservatore Romano. "Os homens e as mulheres pecam de maneira diferente", escreveu Giertych. "Quando olhamos os vícios do ponto-de-vista das dificuldades que eles criam, descobrimos que as experiências masculinas são bastante distintas das femininas." Segundo o teólogo, essas diferenças se explicam por causa de contextos sociais distintos. "Eles geram hábitos diferentes, mas a natureza humana permanece a mesma", escreveu. "A fraqueza humana pode purificar a fé se for admitida diante de Deus", afirmou Giertych.

Entretanto 30% dos católicos não consideram mais que a confissão a um padre é necessária - 10% deles acreditam ainda que o ato "atrapalha seu diálogo direto com Deus".

O sete pecados capitais - soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça - teriam sido apresentados no século VI pelo papa Gregório e revisados por São Tomás de Aquino no século XVII.

Fonte: Terra

Nota: "Se confessarmos os nossos pecados, ELE é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9).

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Cérebro - Hemisfério Direito vs Hemisfério Esquerdo



Queres saber qual dos hemisférios cerebrais utilizas mais?

Se vires a bailarina a rodar no sentido dos ponteiros do relógio, significa que estás a utilizar o lado direito do cérebro.
Se a vires a rodar no sentido oposto do dos ponteiros do relógio, significa que utilizas mais o lado esquerdo do cérebro.
Se conseguires vê-la a rodar ora para um lado, ora para outro, então utilizas os dois hemisférios de forma equilibrada!

Eis uma lista muito sucinta das tarefas de cada hemisfério:

Hemisfério esquerdo: Lógica, tempo, aritmética, compreensão das palavras, linguagem, raciocínio dedutivo.

Hemisfério direito: Unidade, contextualização, padrões, melodia, sentido de oportunidade, compreensão espacial, intuição, noção da realidade.



Fonte: http://empe.fe.up.pt/node/214

Como funcionam os LEDs


Diodos emissores de luz, conhecidos como LEDs, são verdadeiros heróis não reconhecidos no mundo da eletrônica. Eles fazem vários trabalhos e são encontrados em todos os tipos de aparelhos. Eles formam os números em relógios digitais , transmitem informações de controles remotos, iluminam relógios e informam quando suas ferramentas estão ligadas. Agrupados, eles podem formar imagens em uma tela de televisão gigante ou lâmpada incandescente normal. Basicamente, os LEDs são lâmpadas pequenas que se ajustam facilmente em um circuito elétrico. Mas diferentes de lâmpadas incandescentes comuns eles não têm filamentos que se queimam e não ficam muito quentes. Além disso eles são iluminados somente pelo movimento de elétrons em um material semicondutor, e duram tanto quanto um transistor padrão.

O que é um diodo?
Um diodo é o tipo mais simples de semicondutor. De modo geral, um semicondutor é um material com capacidade variável de conduzir corrente elétrica. A maioria dos semicondutores é feita de um condutor pobre que teve impurezas (átomos de outro material) adicionadas a ele. O processo de adição de impurezas é chamado de dopagem.
No caso dos LEDs, o material condutor é normalmente arseneto de alumínio e gálio (AlGaAs). No arseneto de alumínio e gálio puro, todos os átomos se ligam perfeitamente a seus vizinhos, sem deixar elétrons (partículas com carga negativa) livres para conduzir corrente elétrica. No material dopado, átomos adicionais alteram o equilíbrio, adicionando elétrons livres ou criando buracos onde os elétrons podem ir. Qualquer destas adições pode tornar o material um melhor condutor.

Um semicondutor com elétrons extras é chamado material tipo-N, já que tem partículas extras carregadas negativamente. No material tipo-N, elétrons livres se movem da área carregada negativamente para uma área carregada positivamente.

Um semicondutor com buracos extras é chamado material tipo-P, já que ele efetivamente tem partículas extras carregadas positivamente. Os elétrons podem pular de buraco em buraco, movendo-se de uma área carregada negativamente para uma área carregada positivamente. Como resultado, os próprios buracos parecem se mover de uma área carregada positivamente para uma área carregada negativamente.

Um diodo é composto por uma seção de material tipo-N ligado a uma seção de material tipo-P, com eletrodos em cada extremidade. Essa combinação conduz eletricidade apenas em um sentido. Quando nenhuma voltagem é aplicada ao diodo, os elétrons do material tipo-N preenchem os buracos do material tipo-P ao longo da junção entre as camadas, formando uma zona vazia. Em uma zona vazia, o material semicondutor volta ao seu estado isolante original - todos os buracos estão preenchidos, de modo que não haja elétrons livres ou espaços vazios para elétrons, e assim a carga não pode fluir.


Para se livrar da zona vazia, você precisa que elétrons se movam da área tipo-N para a área tipo-P e que buracos se movam no sentido inverso. Para fazer isto, você conecta o lado tipo-N do diodo ao terminal negativo do circuito e o lado tipo-P ao terminal positivo. Os elétrons livres no material tipo-N são repelidos pelo eletrodo negativo e atraídos para o eletrodo positivo. Os buracos no material tipo-P se movem no sentido contrário. Quando a diferença de potencial entre os eletrodos é alta o suficiente, os elétrons na zona vazia são retirados de seus buracos e começam a se mover livremente de novo. A zona vazia desaparece e a carga se move através do diodo.



Se você tentar mover a corrente no sentido oposto, com o lado tipo-P conectado ao terminal negativo do circuito e o lado tipo-N conectado ao pólo positivo, a corrente não fluirá. Os elétrons negativos no material tipo-N são atraídos para o eletrodo positivo. Os buracos positivos no material tipo-P são atraídos para o eletrodo negativo. Nenhuma corrente flui através da junção porque os buracos e os elétrons estão cada um se movendo no sentido errado. A zona vazia então aumenta.




A interação entre elétrons e buracos nesta configuração tem um interessante efeito colateral - ela gera luz.

Como pode um diodo produzir luz?
Luz é uma forma de energia que pode ser liberada por um átomo. Ela é feita de uma grande quantidade de pequenos pacotes tipo partículas que têm energia e momento, mas nenhuma massa. Estas partículas, chamadas fótons, são as unidades básicas da luz.
Os fótons são liberados como um resultado do movimento de elétrons. Em um átomo, os elétrons se movem em orbitais ao redor do núcleo. Elétrons em orbitais diferentes têm quantidades diferentes de energia. De maneira geral, os elétrons com mais energia se movem em orbitais mais distantes do núcleo.

Para um elétron pular de um orbital mais baixo para um mais alto, algo deve aumentar seu nível de energia. Inversamente, um elétron libera energia quando "cai" de um orbital mais alto para um mais baixo. Essa energia é liberada na forma de um fóton. Uma grande queda de energia libera um fóton de alta energia, que é caracterizado por uma alta freqüência. Verifique Como funciona a luz para obter uma explicação completa.

Como vimos na última seção, elétrons livres se movendo através de um diodo podem cair em buracos de uma camada tipo-P. Isto envolve uma "queda" a partir da banda de condução para um orbital mais baixo, quando então os elétrons liberam energia na forma de fótons. Isso acontece em qualquer diodo, mas você pode apenas ver os fótons quando o diodo é composto por um material específico. Por exemplo, os átomos em um diodo de silício padrão são arrumados de forma que os elétrons "saltem" uma distância relativamente curta. Como resultado, a freqüência do fóton é tão baixa que é invisível ao olho humano - está na porção infravermelha do espectro de luz. Certamente, isto não é necessariamente algo ruim: LEDs infravermelhos são ideais para controles remotos, entre outras coisas.

Diodos emissores de luz visível (VLEDs), como os que iluminam um relógio digital, são feitos com materiais que possuem uma grande distância entre a banda de condução e as orbitais mais baixos. A distância determina a freqüência do fóton - em outras palavras, ela determina a cor da luz.

Enquanto todos os diodos liberam luz, a maioria não o faz muito eficientemente. Em um diodo comum, o próprio material semicondutor termina absorvendo parte da energia da luz. Os LEDs são fabricados especialmente para liberar um grande número de fótons para fora. Além disso, eles são montados em bulbos de plásticos que concentram a luz em uma direção específica. Como você pode ver no diagrama, a maior parte da luz do diodo ricocheteia pelas laterais do bulbo, viajando na direção da ponta redonda.


Os LEDs têm muitas vantagens sobre lâmpadas incandescentes convencionais. Uma delas é que eles não têm um filamento que se queime e então durarão muito mais tempo. Além disso, seus pequenos bulbos de plástico os tornam muito mais duráveis. Eles também cabem mais facilmente nos modernos circuitos eletrônicos.

Mas a principal vantagem é a eficiência. Em uma lâmpada incandescente convencional, o processo de produção de luz envolve a geração de muito calor (o filamento deve ser aquecido). Isso é energia totalmente desperdiçada. A menos que você use lâmpadas como aquecedor, porque uma enorme porção de eletricidade disponível não está indo para a produção de luz visível. LEDs geram pouco calor. Uma porcentagem muito mais alta de energia elétrica está indo diretamente para a geração de luz, o que diminui a demanda de eletricidade consideravelmente.

Até recentemente, os LEDs eram muito caros para serem usados na maioria das aplicações de iluminação, porque eles são feitos com material semicondutor avançado. Entretanto, o preço de dispositivos semicondutores tem caído na última década, tornando os LEDs uma opção de iluminação mais viável para uma grande variedade de situações. Embora inicialmente eles possam ser mais caros que as luzes incandescentes, seu custo mais baixo ao longo do tempo de uso faz deles uma melhor aquisição. No futuro, os diodos terão um papel ainda mais importante no mundo da tecnologia.

Para obter mais informações sobre LEDs e outros dispositivos de iluminação, aguarde novas postagens em meu blog.

Fonte: http://eletronicos.hsw.uol.com.br/led.htm

Fé para ser Ateu




Fonte: http://ceticismodafe.blogspot.com/

Notícias do fim (deste) mundo


Deu no Jornal Nacional de ontem: (1) "Ruas desertas, parques vazios. Os mexicanos não saem de casa por causa da gripe suína. Cresce o número de países afetados no mundo e a doença chega ao sudeste asiático. No Brasil, sobe para sete o número de casos suspeitos da nova gripe. (2) "1º de Maio. Violência e protestos contra o desemprego na Europa." (3) "A chuva deixa quatro mortos em Alagoas." Jornal da Record: (1) "Uma semana depois do alerta, a gripe A chega à Ásia, a região mais populosa da Terra. No Brasil, o ministro da Saúde adverte que a chegada do vírus é inevitável. Mesmo sem evidência do vírus, Minas Gerais declara emergência. México: governo aproveita o feriado e para o país por cinco dias." (2) Trabalhadores de todo o mundo unem-se em protestos contra a crise. Em São Paulo, centrais sindicais reivindicam o trabalho para três milhões de desempregados."

Para saber mais sobre a Volta de Jesus acesse: Volta de Jesus
Para saber mais sobre a Gripe Suína acesse: Gripe Suína

Fonte: http://www.criacionista.blogspot.com/

terça-feira, 5 de maio de 2009

Lâmpadas fluorescentes compactas ganham eficiência e controle de brilho


As lâmpadas fluorescentes compactas, também conhecidas como lâmpadas PL, tornaram-se sinônimo de economia de energia e de comportamento ambientalmente correto. Tanto que alguns países já começam a estabelecer legislações proibindo definitivamente as lâmpadas incandescentes.

Agora, um grupo de pesquisadores da Universidade Queens, no Canadá, encontrou uma forma de tornar essas lâmpadas eficientes ainda melhores: além de aumentar sua eficiência energética, a equipe do Dr. Praveen Jain descobriu como controlar a luminosidade.

Lâmpadas PL não são perfeitas

Embora possam durar até 1.000 vezes mais do que uma lâmpada incandescente - desde que não fiquem sendo ligadas e desligadas seguidamente - as fluorescentes compactas até agora não contavam com um recurso já comum para os usuários das lâmpadas incandescentes: um pequeno aparelho, conhecido como dimmer, capaz de controlar a sua luminosidade - e, consequentemente, o seu gasto de energia - de acordo com as necessidades.

O segundo problema resolvido pela pesquisa é conhecido tecnicamente como fator de potência ruim. Na verdade, apenas uma parte da energia que uma lâmpada fluorescente compacta consome é transformada em luz, o que resulta em uma grande perda da energia que ela se propõe a economizar.

Benefícios desperdiçados

"Lâmpadas fluorescentes compactas para consumo doméstico precisam ser pequenas e baratas. Até agora, os complicados circuitos necessários para alimentar essas lâmpadas de forma mais eficiente eram muito grandes e muito caros para serem posto no mercado," explica o Dr. Jain.

"Na sua forma atual, as lâmpadas fluorescentes compactas domésticas jogam fora os benefícios para o sistema de geração de eletricidade que se supõe que elas ofereçam."

A Europa e o Japão já estabeleceram padrões mínimos para os fatores de potência para as lâmpadas PL acima de 25 watts, mas o Canadá e os Estados Unidos, que planejam banir definitivamente as lâmpadas incandescentes em 2012, ainda não têm esses padrões, o que significa que seus sistemas energéticos não terão os benefícios que se supõe.

Nova geração de lâmpadas PL

A solução pode estar em um novo circuito eletrônico simplificado e em um controlador de potência, que resolvem o problema do fator de potência e ainda oferece aos consumidores a opção de economizar ainda mais energia simplesmente diminuindo o brilho de suas lâmpadas.

O maior desafio enfrentado pelos pesquisadores foi construir o novo circuito de forma que ele possa ser usado no mesmo projeto das lâmpadas fluorescentes compactas que já estão no mercado.

A inovação foi patenteada pela universidade e agora está sendo negociada com os fabricantes de lâmpadas. O mercado mundial de lâmpadas fluorescentes compactas é estimado em US$80 bilhões anuais e, se a inovação for adotada, logo esse mercado poderá estar dividido em lâmpadas fluorescentes compactas "comuns" e de "alta eficiência."

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lampadas-fluorescentes-compactas-ganham-eficiencia-e-controle-de-brilho&id=010115090429

Beleza Cristalina


Esta microfotografia mostra um cristal de neve natural, que caiu na cidade de Burlington, nos Estados Unidos, e foi fotografado pelo físico Kenneth Libbrecht, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

O cristal de neve mede apenas 3 milímetros de ponta a ponta e se desenvolveu em várias camadas de gelo. Olhando com cuidado, é possível distinguir as quatro camadas que formam o cristal. Ao centro, a formação criou uma estrutura que lembra um olho.

Cristais de neve podem crescer em inúmeros formatos, dependendo principalmente da temperatura onde eles se cristalizam ou das variações de temperatura que eles sofrem à medida que cristalizam.